Como comparar uma leitura úmida com uma seca

Leitura úmida e seca só se subtraem no mesmo instrumento, mesma condição M, mesmo fundo e mesmo patch. Polarizador ligado no úmido e desligado no seco não é dryback. Primeiro alinhe as condições; depois fale de quanto a secagem mudou a cor.

O mesmo patch recém-impresso e depois de seco, lado a lado

Leitura úmida e seca só se subtraem no mesmo instrumento, mesma condição M, mesmo fundo e mesmo patch. Polarizador ligado no úmido e desligado no seco não é dryback. Primeiro alinhe as condições; depois fale de quanto a secagem mudou a cor.

O mesmo patch recém-impresso e depois de seco, lado a lado

O que a tinta úmida acrescenta é brilho

Tinta recém-impressa brilha. O instrumento trata parte desse brilho como cor. Por isso tem quem acrescente polarização no úmido — M3 — para baixar a reflexão especular. Se ao secar passa para M1, a mudança mistura secagem com troca de filtro. Separe as duas: ou as duas leituras usam M3, ou nenhuma.

A folha de OK costuma estar seca. Um M1 úmido contra um OK seco pode falhar só porque ainda não secou. Um M3 úmido contra um OK M1 seco também não vale. Controle de processo pode ler úmido. Aceitação segue o contrato: seco ou úmido, e qual condição.

Quais dois números podem ser subtraídos

Úmido Seco Subtrai?
M1, fundo branco M1, fundo branco, mesmo instrumento Sim, isso é dryback
M3 M1 Não
Este instrumento Outro instrumento Não, primeiro compare instrumentos
Fundo preto Fundo branco Não

Ao registrar, anote

  1. As duas vezes: hora, condição M, fundo e instrumento.
  2. Se as condições diferem, não subtraia.
  3. Contra a folha de OK, escreva se ela está seca ou úmida.

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