Como inspecionar foil a frio e foil a quente na mesma passagem
O foil a frio e o foil a quente podem ser vistos na mesma passagem, mas em duas regiões. O de frio julga-se por o motivo ter sido transferido para o sítio. O de quente julga-se também por furos e bordas empastadas de temperatura e pressão. Uma só sensibilidade ou reporta o grão normal como defeito, ou deixa passar os f
O foil a frio e o foil a quente podem ser vistos na mesma passagem, mas em duas regiões. O foil a frio julga-se por o motivo ter sido transferido para o sítio. O foil a quente julga-se também por furos e bordas empastadas causados por temperatura e pressão. Uma só sensibilidade ou reporta o grão normal do foil como defeito, ou deixa passar os furos.

Por que se julga assim
A borda do foil a frio costuma ser menos nítida que a do foil a quente. Isso é uma diferença de processo, não uma falha de registro. O template tem de ser a amostra assinada deste trabalho. Não use um template velho do outro tipo de foil. Os furos sobem na tabela de sujeira só dentro da região de foil a quente.
O que comparar
| O que se vê | Como se chama | Não fazer |
|---|---|---|
| A borda do foil a frio está um pouco plumosa | Compará-la primeiro com a amostra assinada | Sucateá-la logo como falha de registro |
| Furos na camada de foil a quente | Julgá-los como sujeira do foil | Tratá-los como pontos brancos de impressão e acrescentar tinta |
| O grão do foil é reportado como sujeira | Afrouxar a sensibilidade de textura desta camada | Baixar a sensibilidade de todo o rótulo |
Na troca de trabalho ou ao abrir um rolo
- Construa uma região para o foil a frio e outra para o de quente.
- Use a amostra assinada para confirmar se o plumoso do foil a frio já estava.
- Ponha uma amostra de furo só na zona de foil a quente e confirme que alarma.