Como ensaiar um sistema no trabalho mais difícil, não no mais bonito

Ensaie o sistema no seu trabalho mais difícil: o mais refletor, o de letra mais fina ou o que dá falsa rejeição com mais facilidade. A conclusão cobre só o material que correu.

Uma bobina de material difícil de imprimir

O ensaio vai no seu trabalho mais difícil: o mais refletor, o de letra mais fina ou o que dá falsa rejeição com mais facilidade. O papel couché bonito passa com qualquer um. A conclusão do ensaio só vale para o material que correu. Não escreva que todos os produtos se podem inspecionar.

Uma bobina de material difícil de imprimir

Por que se julga assim

Um fornecedor disposto a mostrar a sua própria bobina de amostra está a fazer uma apresentação, não um ensaio. O ensaio ocupa tempo na sua máquina, à velocidade real. Escreva antes qual bobina, que comprimento, que defeitos têm de ser informados e como se conta uma falsa rejeição. Sem essa folha, o ensaio acaba numa impressão.

O que comparar

O que se vê Como se chama Não fazer
Na bobina difícil, tudo o que devia alarmar alarmou Esta classe de material pode considerar-se Estendê-lo a todos os produtos
O bom papel passou e o metalizado não foi ensaiado O metalizado continua desconhecido Escrever que consegue tudo
O comprimento não foi registado Não conta Comprar por uma sensação

Na troca de trabalho ou ao abrir uma bobina

  1. Nomeie a bobina mais difícil e os defeitos que têm de ser informados.
  2. Corra à velocidade de produção.
  3. Escreva o nome do material. Não escreva que vale para tudo.

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