O que o relatório da variação ciano-magenta-preto não pode omitir
O relatório tem de dizer que é variação dentro do lote, quais duas folhas, ΔEab e as condições de medição. Um 4 sozinho não chega. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno.
O relatório tem de dizer que é variação dentro do lote, quais duas folhas, ΔEab e as condições de medição. Um 4 sozinho não chega. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno.

Sem isto o relatório não conclui
A variação é dentro do mesmo lote. Em ISO 12647-2, ciano, magenta e preto usam habitualmente ΔEab 4. Isto é folha com folha, não o 5 contra a folha assinada. Vale a versão do contrato. Faltando condições ou o par, ninguém consegue rever a conclusão.
Conferência do relatório
| Dado | Faz isto | Não faças |
|---|---|---|
| Variação de ciano, magenta e preto | O relatório tem de dizer que é variação dentro do lote, quais duas folhas, ΔEab e as condições de medição. Um 4 sozinho não chega. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno. | Escrever só uma sensação |
| O erro habitual | Não dês saída à variação dentro do lote com o 5 contra a folha assinada, nem ponhas o 5 do amarelo sobre ciano, magenta e preto. | Seguir com o número errado |
| O que deixar | O relatório tem de dizer que é variação dentro do lote, quais duas folhas, ΔEab e as condições de medição. Um 4 sozinho não chega. | Deixar só a palavra conforme |
Conferir antes de arquivar
- Confirma que comparas duas folhas do trabalho, não o trabalho contra a folha assinada.
- Para ciano, magenta e preto, usa o 4 como limite habitual.
- Se as condições não batem, não calcules.