Como conferir na máquina a variação de ciano, magenta e preto
Deste lote tira duas folhas e mede a mesma amostra. Não compares a folha de ontem com a tinta húmida de hoje. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno.
Deste lote tira duas folhas e mede a mesma amostra. Não compares a folha de ontem com a tinta húmida de hoje. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno.

Ordem de conferência na máquina
As duas leituras têm de ser o mesmo instrumento, o mesmo sítio e o mesmo suporte. Se mudas o suporte, o 4 não significa nada. Se estas condições não batem, não comeces a dar como conforme.
Tabela de conferência
| Dado | Faz isto | Não faças |
|---|---|---|
| Variação de ciano, magenta e preto | Deste lote tira duas folhas e mede a mesma amostra. Não compares a folha de ontem com a tinta húmida de hoje. Nesta variação, segue a ordem de trabalho. Não te fies na memória do turno. | Escrever só uma sensação |
| O erro habitual | Não dês saída à variação dentro do lote com o 5 contra a folha assinada, nem ponhas o 5 do amarelo sobre ciano, magenta e preto. | Seguir com o número errado |
| O que deixar | O relatório tem de dizer que é variação dentro do lote, quais duas folhas, ΔEab e as condições de medição. Um 4 sozinho não chega. | Deixar só a palavra conforme |
Confere na troca de trabalho
- Confirma que comparas duas folhas do trabalho, não o trabalho contra a folha assinada.
- Para ciano, magenta e preto, usa o 4 como limite habitual.
- Se as condições não batem, não calcules.