Que tolerância de cor cabe numa caixa de cosmética ao lado da amostra

Quando uma caixa de cosmética está ao lado da amostra de cor, a tolerância é o degrau que o cliente assinou, não o que parece próximo na máquina. Mede-se na luz e no suporte acordados, com o instrumento no mesmo ponto.

Uma caixa junto à carta de cor

Quando uma caixa de cosmética está ao lado da amostra de cor, a tolerância é o degrau que o cliente assinou, não o que parece próximo na máquina. Mede-se na luz e no suporte acordados, com o instrumento no mesmo ponto. Se não há um ΔE escrito, não se inventa um número. Deixam-se juntas a amostra e a peça atual e pergunta-se ao cliente.

Uma caixa junto à carta de cor

Por que se julga assim

A cor de marca costuma estar numa margem muito estreita, e as outras cores da caixa podem ir mais soltas. A cor de marca mede-se só. Não se substitui pela cor média de toda a folha. O ecrã da câmara não substitui o espectrofotómetro. Se os dois não coincidem, manda o instrumento acordado e anota-se a diferença.

O que comparar

O que se vê Como se chama Não fazer
A cor de marca sai da tolerância assinada Parar Passá-la porque no ecrã parece igual
O contrato não traz número Deixar as amostras e perguntar Que o operador fixe um ΔE
Só o fundo difere um pouco Usar a tolerância dessa cor Fechar a folha inteira com a tolerância da cor de marca

Na troca de trabalho ou ao abrir uma bobina

  1. Confirme que a leitura é o mesmo ponto e as mesmas condições da amostra assinada.
  2. Leia a cor de marca só, não a média de toda a imagem.
  3. Se não há número de tolerância, pare e pergunte. Não solte primeiro.

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