O que é um falso rejeito e como contá-lo
Um falso rejeito é um bom marcado como defeito. Uma falha de detecção é um defeito real não marcado. Conte falsos rejeitos sobre todos os alarmes e sobre o número de bons. Sem os dois números não se decide ligar. Menos falsos rejeitos não escondem falhas.
Um falso rejeito é um bom marcado como defeito. Uma falha de detecção é um defeito real que não foi marcado. Contem-se à parte: falsos rejeitos sobre todos os alarmes, e falsos rejeitos sobre o número de bons. Dizer que o sistema é fino sem esses dois números não permite decidir se liga. Uma falha de detecção não se esconde informando menos falsos rejeitos.

Dois denominadores
Numa hora há 100 alarmes e 40, ao abrir, são bons. Os falsos rejeitos são 40% dos alarmes. Se nessa hora há 20.000 rótulos bons, a parte de falsos rejeitos sobre os bons é bem menor. O primeiro número diz se a pessoa se afoga. O segundo diz se muitos bons serão desperdiçados. Os dois são necessários. A falha de detecção conta-se com defeitos conhecidos que foram inseridos e não alarmaram. O denominador são esses defeitos conhecidos, não toda a produção.
Sem amostras de defeito inseridas de propósito não há dado de falha. Não escreva a falha como zero.
Como registrar
| Nome | Numerador | Denominador |
|---|---|---|
| Falsos rejeitos entre alarmes | Vezes em que um bom alarmou | Todos os alarmes |
| Falsos rejeitos entre bons | A mesma contagem | Bons desse trecho |
| Falhas de detecção | Defeitos conhecidos que não alarmaram | Defeitos conhecidos inseridos |
Antes de rodar
- Rode um trecho de material sabidamente bom e conte os quadros vermelhos.
- Insira amostras de defeito e conte quantas não alarmaram.
- Decida o limiar só quando as duas colunas têm número. Não otimize só uma.