Como registrar um defeito numa posição que a rebobinadeira encontra
A rebobinadeira precisa dos metros a partir do zero deste rolo mais a distância desde o lado do operador. Um número de quadro que não virou esses metros não se acha. O zero deve coincidir com a rebobinadeira: núcleo, emenda ou início do desbobinamento, o que a ordem escrever.
A rebobinadeira precisa dos metros a partir do zero deste rolo, mais a distância desde o lado do operador. Um número de quadro que não foi convertido nesses metros não se acha na rebobinadeira. O zero tem de ser o mesmo que a rebobinadeira usa: núcleo, emenda ou início do desbobinamento. O que a ordem escrever.

Por que o número de quadro não basta
O número de quadro é a contagem interna da câmera. Ao trocar de rolo ou parar no meio, nem sempre volta a metros. A rebobinadeira olha o próprio contador de metros. Se um conta da emenda e o outro do núcleo, a diferença é o trecho da emenda ao núcleo. No início da inspeção, alinhe os dois contadores uma vez e anote qual zero foi usado.
Só metros, sem posição transversal, param a rebobinadeira nesse metro e numa largura grande ainda é preciso procurar a olho. Guarde também os milímetros desde o lado do operador. Num defeito que se repete, guarde ainda o comprimento da repetição, para saber que vai aparecer de novo.
O que guardar
| Campo | Sem ele |
|---|---|
| Número do rolo | A parada cai noutro rolo |
| Metros a partir do mesmo zero | O quadro não encontra a rebobinadeira |
| Distância desde o lado do operador | O metro certo continua sem mostrar o ponto |
Na troca de trabalho
- Faça um defeito e anote os metros que o sistema guardou.
- Pare a rebobinadeira nesse metro e veja se é o mesmo lugar.
- Se faltar um comprimento fixo, mude o zero. Não peça ao operador para somar de cabeça.